sexta-feira, 11 de maio de 2012

They move in their own ways

Mayara Abreu Mendes

Os britânicos fofinhos. Foto: divulgação
Depois de uma espera de mais ou menos três meses com o ingresso em mãos, finalmente chegou o grande momento. Em poucas horas, estarei numa fila (espero que não quilométrica) no Via Funchal, esperando para entrar e assistir a um show incrível, ouvir uma playlist que tem tudo para ser genial, ver e escutar quatro caras com o melhor sotaque britânico e que representam muito bem o indie rock. Sim, estou falando de The Kooks. Mas como sei que muita gente não conhece a banda, resolvi fazer esse meu post pré-show sobre eles.

The Kooks é uma banda de Brighton, na Inglaterra, formada em 2004 pelo vocalista Luke Pritchard e pelo então baixista Max Rafferty por causa de um projeto escolar. Pouco tempo depois, Hugh Harris (guitarrista) e Paul Garred (baterista) se uniram à dupla e formaram a banda. O nome veio de uma música de David Bowie (Kooks) e não demorou para os quatro integrantes subirem aos palcos do Brighton’s Free Butt Festival e ganharem o coração da Virgin Records.

Foto: divulgação
Foi com a assinatura do contrato com a gravadora que The Kooks começou a tomar corpo. Em 2006, gravaram o primeiro álbum, de nome Inside In/Inside Out, um dos melhores álbuns indies que eu já ouvi – contrariando a opinião da banda sobre o disco. Com músicas incríveis do começo ao fim, Inside In/Inside Out fez o quarteto ganhar prêmio de revelação inglesa e irlandesa de 2006 no EMA e mostrou que os britânicos não estavam de brincadeira no mundo da música, não.

Mesmo com a saída de Paul Garred da banda e a entrada de Pete Denton no baixo, o ano de 2008 foi promissor para os Kooks. Com o lançamento de um novo disco – o Konk, que conta também com um segundo CD, de nome RAK –, The Kooks adicionou um pouco de hard rock ao som antes mais Britpop e amadureceu muito a ideia original do projeto.

Em 2011, foi lançado o terceiro e, por ora, último CD da banda, o Junk of the Heart. Em meio às gravações, Paul Garred teve de deixar a banda por problemas em seu braço e um novo baterista foi chamado para substituí-lo (Chris Prendergast). O álbum não é o meu favorito e nem o dos críticos. Parece que está faltando um pouco do indie marcado e das letras inesquecíveis aí. Mas, ainda assim, algumas boas músicas como Is It Me e a canção-título do álbum são bem boas.

The Kooks está em turnê pelas Américas e logo voltará para a Europa. Hoje, dia 11 de maio, o show é em São Paulo. Os fãs loucos e que estavam com saudade da banda que veio para cá pela primeira e única vez em 2009 estão ansiosos para saber o que vai rolar de som. A esperança é que clássicos como She Moves In Her Own Way, Ooh La e Naive não fiquem de fora. Para você que é apaixonado pela música mais famosa deles ou para você que ainda não conhece, fiquem com o som de Naive, a clássica das clássicas.

2 comentários:

  1. Má, agora falta pouco, bem pouco... BOM SHOW!!!!!!!!!!!

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  2. Ah, como eu queria ter ido a este show :( eles são demais !

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